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Espresso Suno O Suno lançou o recurso Speech, que cria texto falado com música de fundo em uma única faixa, pensado para poemas, meditações e histórias de ninar, e a empresa não diz como o modelo foi treinado. → Lyft A Lyft fechou acordo de US$ 272,5 milhões em processo histórico sobre a classificação de motoristas, e críticos dizem que os trabalhadores ainda têm muito mais a receber. → Chips Os EUA prenderam um CEO de tecnologia acusado de contrabandear US$ 300 milhões em chips da Nvidia para a China. →
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Casa Branca adota 'super inteligência' como nome oficial da IA
 Nesta semana, a Casa Branca juntou numa mesma sala quase todos os grandes CEOs de tecnologia, entre eles Zuckerberg, Bezos, Musk e Dario Amodei, da Anthropic, para assinar um compromisso de segurança em IA. O presidente Donald Trump classificou o documento como 'moralmente vinculante'. Trump também assinou uma ordem executiva que renomeia oficialmente a IA como 'super inteligência'. A mudança de nome vem acompanhada de outro movimento descrito pelo TechCrunch: Meta e OpenAI estão dando uma cara mais amigável aos seus produtos de IA. O mesmo material traz um contraponto de mercado. O episódio do podcast do TechCrunch tem como título que apenas 2% dos consumidores estão comprando a ideia, seja ela chamada de IA ou de super inteligência. O dado vem do título, e o resumo não detalha a pesquisa por trás dele. Para o leitor, o saldo do dia são dois sinais que andam em direções diferentes: o governo e as big techs alinham linguagem e compromisso, enquanto o público, pelo menos nesse número, ainda não compra o produto. O compromisso assinado e a mudança de nome ficam do lado do discurso; o número de 2% fica do lado do bolso.
O governo e as big techs falam de 'super inteligência' enquanto o consumidor, pelo título do TechCrunch, segue comprando pouco.
Fonte: TechCrunch
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Cofundador da Anthropic discute com líderes religiosos se o Claude pode sofrer, diz relato
 Segundo o The Decoder, desde o outono de 2025 a Anthropic traz discretamente, de avião, dezenas de pensadores religiosos para conversar sobre se o Claude pode ser consciente. O relato destaca o cofundador Christopher Olah. De acordo com o relato, Olah descreveu o modelo de linguagem como potencialmente capaz de sofrer e pediu aos convidados que ajudassem a moldar o caráter moral do Claude. O título da matéria diz que ele teme ter criado algo que 'sofre perpetuamente', formulação atribuída a ele pela publicação. O relato situa as conversas num momento específico: a Anthropic persegue uma avaliação de mercado de US$ 2 trilhões e um IPO, enquanto incidentes de segurança e alertas de pesquisadores se acumulam, segundo o The Decoder. Há quem veja risco nessa abordagem. Críticos citados pelo relato alertam que tratar a IA como entidade moral poderia proteger a empresa de responsabilização quando algo dá errado. O debate fica entre a pergunta filosófica e a conta jurídica. Para o leitor, vale separar os planos. A discussão sobre consciência é uma hipótese levantada em conversas discretas e relatada em segunda mão, enquanto a avaliação de mercado e o IPO são metas de negócio.
A pergunta sobre consciência da IA já entra em reuniões da Anthropic, e críticos veem nela um possível escudo jurídico.
Fonte: The Decoder
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Apple prepara novos controles para o Acesso Total ao Disco no macOS
 A Apple afirmou que vai adicionar novos controles em torno do Acesso Total ao Disco (Full Disk Access), permissão do macOS que dá a um aplicativo alcance amplo sobre os dados do computador. Segundo o TechCrunch, a empresa avisa que agentes de IA cada vez mais capazes tornam esse acesso mais arriscado. O risco, nas palavras da Apple, está no acesso amplo a arquivos, mensagens, e-mails e histórico de navegação do usuário. É o tipo de dado que um agente precisa tocar para trabalhar em nome de alguém, e é também o que um erro ou abuso expõe. A Ars Technica registra que a mudança tem o objetivo de conter abusos por agentes de IA. No mesmo texto, a Meta afirma que o Acesso Total ao Disco não basta para o Muse ler mensagens, e a Apple discorda. É um choque direto entre as duas empresas sobre o que um agente pode ler no Mac. O material disponível não detalha como os novos controles vão funcionar nem quando chegam. Até lá, o Acesso Total ao Disco continua sendo a permissão que mais merece revisão por parte de quem instala agentes no Mac.
O Mac promete mais controle sobre o que agentes de IA podem ler, e a conversa sobre o limite já opõe Apple e Meta.
Fonte: TechCrunch
Dois lados da xícara ▲ Ganha Usuários de Mac: a Apple promete novos controles sobre o acesso a arquivos, mensagens, e-mail e navegação. | ▼ Perde Agentes de IA, como o Muse, que querem ler mensagens: o acesso passa a ser mais controlado. |
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No radar · a agenda de hoje Hoje · Veja se a Meta responde à Apple sobre o Acesso Total ao Disco e o Muse. Hoje · Observe quais projetos de Muse com tela E Ink ou HDMI stick surgem a partir do código aberto. Em breve · Fique atento ao detalhamento de como e quando os novos controles do macOS chegam, ainda não informados.
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Pra viagem Abra Ajustes do Sistema > Privacidade e Segurança > Acesso Total ao Disco no seu Mac e desative qualquer aplicativo que você não reconhece. Código aberto, modelo que decide sozinho e um cadeado novo no Mac: o dia deixou uma pergunta em aberto, a de quem segura a chave quando o agente passa a agir por conta própria. |
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 Sortear minha peça de hoje →
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