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Bom dia, cafeinado.
Um modelo de 19 bilhões de parâmetros promete juntar texto, imagem, vídeo e controle de robô numa só rede, enquanto Meta e Microsoft reduzem o uso do Claude. Vira o shot. ☕
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Reka AI lança o Rho-1, modelo único que lida com texto, imagem, vídeo e controle de robô
A Reka AI apresentou o Rho-1, um modelo omni de 19 bilhões de parâmetros que processa e gera texto, imagens, vídeo e ações de controle de robô dentro de uma única rede neural. Em vez de reunir vários sistemas, a proposta é ter um só modelo cobrindo tarefas que normalmente ficam em produtos separados. A diferença está na arquitetura. O Rho-1 não encaminha cada tarefa para sistemas especializados: todas as modalidades rodam como tokens dentro de uma mesma janela de contexto compartilhada. Texto, imagem, quadro de vídeo e comando de movimento convivem no mesmo fluxo, sem etapas de roteamento entre modelos distintos. O custo de treino é outro ponto de destaque. Segundo a The Decoder, o modelo foi treinado em 320 GPUs H100 ao longo de cerca de três meses, o que representa uma fração do poder computacional que os principais modelos da atualidade exigem. A publicação não informa o valor total gasto nem compara o consumo com modelos específicos. Para o leitor, o dado que importa é a direção: um modelo de porte relativamente pequeno cobrindo da conversa à ação física. O resumo da fonte descreve a proposta e o treino, mas não traz resultados de desempenho, então a pergunta que fica é como o Rho-1 se comporta fora do anúncio, nas mãos de quem vai testá-lo.
Um único modelo para texto, imagem, vídeo e robô, treinado com uma fração do poder de computação dos líderes, muda a conta de quem quer IA multimodal.
Fonte: The Decoder
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Meta e Microsoft priorizam ferramentas próprias e reduzem o uso do Claude
Duas das maiores clientes corporativas da Anthropic estão reduzindo com força o uso do Claude, segundo a The Decoder. A Microsoft cortou o orçamento mensal por funcionário na divisão de nuvem de US$ 100 mil para US$ 10 mil, uma queda de 90%. A Meta seguiu o mesmo caminho: reduziu pela metade o número de usuários do Claude Code, que agora somam 30 mil. Nos dois casos, as empresas estão empurrando as próprias ferramentas de IA para ocupar o espaço, o que indica substituição por produto interno, e não apenas contenção de gastos. O ângulo central da matéria é a mudança de papel da Anthropic, que deixa de ser apenas parceira e passa a ser vista como concorrente. Para a empresa, depender de poucos clientes grandes está se transformando em risco estratégico: o risco de concentração, antes abstrato, ganha número. Para quem contrata ou vende ferramentas de IA, o recado dos números é direto: orçamento alto com um fornecedor não garante permanência quando o cliente tem produto próprio para colocar no lugar. O resumo da publicação não traz comentário da Anthropic, da Meta ou da Microsoft sobre os cortes.
Contrato grande de IA não garante permanência quando o cliente tem ferramenta própria para colocar no lugar.
Fonte: The Decoder
O nível da xícara Orçamento mensal por funcionário na divisão de nuvem da Microsoft, em dólares |
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